De 23 à 27 de Março - Conteúdo.
Título: Uma Nova Divisão Internacional do Trabalho
O final da Segunda Guerra Mundial foi acompanhado de enormes mudanças na Terra.
Grandes Empresas, geralmente sediadas em países desenvolvidos-ricos, ampliaram sua participação na economia do mundo, criando filiais em muitos países subdesenvolvidos, ou países emergentes.
Surgiram assim as transnacionais.
O termo Empresa Multinacional , apesar de muito usado, é impreciso pois dá a ideia de que a empresa tem várias sedes, distribuídas por diversos países.
O termo Empresa Transnacional é mais adequado, pois dá noção correta de que essa empresa transpôs as fronteiras de seu país de origem, criando filiais em outros países.
A chegada das transnacionais aos países subdesenvolvidos e países emergentes deu origem a uma outra Divisão Internacional do Trabalho.
Por Divisão Internacional do trabalho entende-se que cada país desempenha uma função específica na economia mundial.
No final do Século XVIII, por exemplo, época da Primeira Revolução Industrial, o papel das colônias consistia em fornecer matérias-primas às metrópoles,que, por sua vez, deviam transformar essa matéria prima em produtos industrializados para serem vendidos ao mundo todo.
Então, vamos conhecer a NOVA DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO.
A fim de fortalecerem o Sistema Capitalista, muitas industrias dos países desenvolvidos-ricos se instalaram nos países subdesenvolvidos e países emergentes, que ofereciam vantagens como:
Matérias Primas Abundantes (Madeira, Minério de ferro, Bauxita, petróleo etc);
Grande Número de Trabalhadores braçais com baixa escolaridade, que constituíam mão de obra barata;
Incentivos Governamentais, como a doação de terrenos e a isenção de muitos impostos.
Segundo os Governantes de muitos países subdesenvolvidos e países emergentes, os incentivos fiscais se justificavam porque, ao atraírem transnacionais ficou conhecida como "abertura economica" Para muitos historiadores, começou-se então o NEOLIBERALISMO em muitas nações do chamado Terceiro Mundo e Países Emergentes.
Segundo os Estados Unidos, trata-se de uma forma de expandir o capitalismo em nível mundial.
Mais um produto do Capitalismo Internacional: o GATT
Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos e seus aliados capitalistas preocuparam-se em reorganizar a economia mundial.
Desde a década de 1940,o comércio internacional motivava inúmeras reuniões, em várias partes do mundo.
Uma dessas reuniões deu origem ao GATT ( Acordo Geral de Tarifas e Comércio). Daí por diante os países Capitalistas discutiriam as questões relacionadas à economia e ao comércio internacionais conforme as regras estabelecidas em intermináveis rodadas de negociações que duravam semanas ou, às vezes, meses.
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A final o que são Países do Terceiro Mundo?
Segundo o Pernabucano Josué de Castro,Professor de Geografia Humana na Faculdade de Filosofia e Ciências do Recife - Pernambuco Brasil, em 1930 e nas décadas seguintes 1940 a 1964 Lecionou na Universidade do brasil, no Rio de Janeiro. Foi um dos principais pesquisadores do tema fome. Também foi Embaixador na ONU e Faleceu em 1973.
Segundo o Professor Josué de Castro, a melhor definição de países do Terceiro Mundo são subdesenvolvidos, não por razões naturais - pelas força das coisas - mas por razões históricas - pelas circunstâncias.
Circunstâncias históricas desfavoráveis, principalmente o colonialismo político e econômico que manteve estas regiões à margem do processo da economia mundial em rápida evolução.
Na verdade, o subdesenvolvimento não é a ausência do desenvolvimento, mas o produto de um tipo universal de desenvolvimento mal conduzido.
É a concentração abusiva de riqueza - sobretudo neste período histórico dominado pelo neocolonialismo capitalista que foi o fator determinante do subdesenvolvimento de uma grande parte do mundo: as regiões dominadas sob a forma de colônias políticas diretas ou de colônias econômicas.
(...)
Esta tremenda desigualdade social entre os povos divide economicamente o mundo em dois mundos diferentes: o mundo dos ricos e o mundo dos pobres, simples assim.
O mundo dos países bem desenvolvidos e industrializados e o mundo dos países proletários e subdesenvolvidos.
Este fosso econômico divide hoje a humanidade em dois grupos que se entendem com muita dificuldade: o grupo dos que não comem, constituído por dois terços da humanidade, e que habitam as áreas subdesenvolvidas do mundo, e o grupo dos que não dormem, que é o terço restante dos países ricos, e que não dormem, com receio da revolta dos que não comem.
(...)
Fonte de Pesquisa: "Desenvolvimento e Subdesenvolvimento" por José de Castro. Extraído do site www.josuédecastro.com.br/port/desesenv.html.
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Senhores(as) Alunos e Alunas:
Atividade Para Fazer no Caderno Físico: Tópicos do texto: Uma Nova Divisão do Trabalho, Mais Um produto do Capitalismo Internacional: O GATT, A final o que são Países do Terceiro Mundo.
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DA LAMA AO CAOS
(...)
Oh Josué, eu nunca vi tamanha desgraça
Quanto mais miséria tem, mais urubu ameaça
(...)
Com barriga Vazia
Não consigo dormir
E com bucho mais cheio comecei a pensar
Que eu me organizando posso desorganizar
Que eu desorganizando posso me organizar
(...)
Chico Science e Nação Zumbi Da Lama aos Caos/ Sony Music 1994.
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Vamos ver se você entendeu....
1- Qual é a causa do subdesenvolvimento apontada pelo Professor Josué de Castro?
2- Quais as consequências dessa situação para os países mais pobres, segundo o Professor Josué de Castro?
3-A letra da música faz uma referência ao professor Josué de Castro. Transcreva o verso e analise.
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Vamos Pesquisar...
Procure em livros, jornais, revistas ou na internet o que significa AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL .
Quais são suas características? Como a automação vem sendo implantada no Brasil.
TRABALHO, para todos os cursos.
Fazer este trabalho de forma ON-LINE, pode ser em formato PDF, ou ainda em WORLD e encaminhar para o email do Professor:
jcdsespecialistagestaoescolar@gmail.com
Neste trabalho deve ter: CAPA, NOME DA ESCOLA, NOME DO CURSO, NOME DO ALUNO.
ÍNDICE, INTRODUÇÃO, CONTEÚDO, CONCLUSÃO pode acrescentar imagens, charges.
Professor: João Carlos
Um blog, direcionado, para a Memória, Cultura, História e para o Desenvolvimento de Sorocaba. Este Blog, com o tempo será um grande acervo da História e da Cultura Sorocabana.
segunda-feira, 23 de março de 2020
Conteúdo da Semana de 23,24,25,26,27 de Março.
A Terceira Revolução Industrial
Na segunda metade do século XX, os Estados Unidos e seus maiores aliados à Europa e o Japão, destinaram enormes recursos à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos e métodos de produção mais eficientes.
Consequentemente, foram registradas grandes mudanças em todo o mundo capitalista na década de 1970. Novos estudos deram outras aplicações a materiais já existentes, como os plásticos e o nailon, a integração da ciência à produção fez surgirem medicamentos mais eficientes, desenvolver-se a robótica, a química, a biotecnologia e os equipamentos de telecomunicações, microinformática e microeletrônica.
Esses itens passaram a integrar uma lista enorme de novos produtos, que se tornaram sinônimos de tecnologia. Tinha início, assim a Terceira Revolução Industrial.
Na verdade muitos desses novos materiais apareceram durante a Segunda Guerra Mundial. Só após o fim do conflito foi possível redirecionar essas novas tecnologias para a pesquisa e o desenvolvimento de bens de consumo que passaram a fazer parte de nosso cotidiano: plásticos especiais, tecidos mais leves, remédios mais eficientes.
Inovações tecnológicas melhoraram os sistemas de comunicação e de transporte, acelerando o comércio mundial.
O avanço da engenharia permitiu a construção de navios maiores e mais leves e rápidos, pois muitas estruturas antes feitas de aço passaram a ser construídas com ligas metálicas leves e produtos sintéticos, como os plásticos.
Aumentaram a diversidade e a quantidade de mercadorias transportadas de um lado para o outro do mundo.
Os terminais de carga nos portos e os aeroportos estão permanentemente lotados devido ao constante embarque e desembarque de produtos os mais variados.
Essa facilidade de transporte trouxe como consequência uma intensa disputa comercial envolvendo os maiores países capitalistas do mundo.
Os avanços da economia japonesa - houve uma invasão de produtos eletrônicos japoneses em quase todo o mundo, provocaram mudanças na produção mundial de mercadorias.
As empresas buscaram eficiência e qualidade para se manter na disputa comercial.
Produtos de qualidade superior surgiram em todos os setores industriais.
Os preços de muitas mercadorias caíram, uma vez que as empresas começaram a investir em métodos modernos de produção , enviando desperdício de tempo e dinheiro.
Computadores e Robôs foram incorporados ao TRABALHO, consolidando definitivamente a Terceira Revolução Industrial liderada por três países: Japão, Alemanha, Estados Unidos.
Desta forma, no final dos anos 1970 e início de 1980, o mercado mundial ficou mais competitivo, principalmente entre os países capitalistas DESENVOLVIDOS.
O Espaço Histórico Geográfico Mundial mudava rapidamente. A Economia e as relações internacionais davam mostras evidentes de alteração.
Um sinal dessa mudança era a crise sócioeconômica pela qual passava a União Soviética, uma das superpotências, que se agravava a olhos vistos.
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Tarefa Permanente: Fazer no caderno Físico tópicos, ou ainda resumos, deste Texto: "A Terceira Revolução Industrial"
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Autores: Senhores James Onning Tamdjian e Ivan Lazzari Mendes - O Espaço do Mundo I - 1 Edição FTD - 2012
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A Terceira Revolução Industrial
Na segunda metade do século XX, os Estados Unidos e seus maiores aliados à Europa e o Japão, destinaram enormes recursos à pesquisa e ao desenvolvimento de produtos e métodos de produção mais eficientes.
Consequentemente, foram registradas grandes mudanças em todo o mundo capitalista na década de 1970. Novos estudos deram outras aplicações a materiais já existentes, como os plásticos e o nailon, a integração da ciência à produção fez surgirem medicamentos mais eficientes, desenvolver-se a robótica, a química, a biotecnologia e os equipamentos de telecomunicações, microinformática e microeletrônica.
Esses itens passaram a integrar uma lista enorme de novos produtos, que se tornaram sinônimos de tecnologia. Tinha início, assim a Terceira Revolução Industrial.
Na verdade muitos desses novos materiais apareceram durante a Segunda Guerra Mundial. Só após o fim do conflito foi possível redirecionar essas novas tecnologias para a pesquisa e o desenvolvimento de bens de consumo que passaram a fazer parte de nosso cotidiano: plásticos especiais, tecidos mais leves, remédios mais eficientes.
Inovações tecnológicas melhoraram os sistemas de comunicação e de transporte, acelerando o comércio mundial.
O avanço da engenharia permitiu a construção de navios maiores e mais leves e rápidos, pois muitas estruturas antes feitas de aço passaram a ser construídas com ligas metálicas leves e produtos sintéticos, como os plásticos.
Aumentaram a diversidade e a quantidade de mercadorias transportadas de um lado para o outro do mundo.
Os terminais de carga nos portos e os aeroportos estão permanentemente lotados devido ao constante embarque e desembarque de produtos os mais variados.
Essa facilidade de transporte trouxe como consequência uma intensa disputa comercial envolvendo os maiores países capitalistas do mundo.
Os avanços da economia japonesa - houve uma invasão de produtos eletrônicos japoneses em quase todo o mundo, provocaram mudanças na produção mundial de mercadorias.
As empresas buscaram eficiência e qualidade para se manter na disputa comercial.
Produtos de qualidade superior surgiram em todos os setores industriais.
Os preços de muitas mercadorias caíram, uma vez que as empresas começaram a investir em métodos modernos de produção , enviando desperdício de tempo e dinheiro.
Computadores e Robôs foram incorporados ao TRABALHO, consolidando definitivamente a Terceira Revolução Industrial liderada por três países: Japão, Alemanha, Estados Unidos.
Desta forma, no final dos anos 1970 e início de 1980, o mercado mundial ficou mais competitivo, principalmente entre os países capitalistas DESENVOLVIDOS.
O Espaço Histórico Geográfico Mundial mudava rapidamente. A Economia e as relações internacionais davam mostras evidentes de alteração.
Um sinal dessa mudança era a crise sócioeconômica pela qual passava a União Soviética, uma das superpotências, que se agravava a olhos vistos.
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Tarefa Permanente: Fazer no caderno Físico tópicos, ou ainda resumos, deste Texto: "A Terceira Revolução Industrial"
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Autores: Senhores James Onning Tamdjian e Ivan Lazzari Mendes - O Espaço do Mundo I - 1 Edição FTD - 2012
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sábado, 14 de março de 2020
PARA RESPONDER E REFLETIR:
1- Por que é comum ouvir que o trabalho dignifica o Homem? Qual é a relação dessa ideia com a denominada sociedade do trabalho?
2- Explique as razões da persistência do fenômeno do desemprego nas últimas décadas em todo o mundo.
3- Quais são as relações que podem ser estabelecidas entre pobreza, desemprego e os movimentos de populações, em diversas regiões do mundo, em busca de melhores condições de vida e trabalho?
4- Analise a permanência de antigas formas de discriminação e desigualdades no trabalho.
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Atividade da Semana de 16 à 20 de março para responder no Caderno Físico.
1- Por que é comum ouvir que o trabalho dignifica o Homem? Qual é a relação dessa ideia com a denominada sociedade do trabalho?
2- Explique as razões da persistência do fenômeno do desemprego nas últimas décadas em todo o mundo.
3- Quais são as relações que podem ser estabelecidas entre pobreza, desemprego e os movimentos de populações, em diversas regiões do mundo, em busca de melhores condições de vida e trabalho?
4- Analise a permanência de antigas formas de discriminação e desigualdades no trabalho.
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Atividade da Semana de 16 à 20 de março para responder no Caderno Físico.
Tema: Trabalho, emprego e desemprego
Aula da Semana (16 à 20 de março)
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Os termos trabalho e emprego são usados, muitas vezes como sinônimos, mas nem sempre isso é correto.
EMPREGO: se refere ao vínculo de trabalho em qualquer tipo de atividade econômica. Designa o posto ocupado por um trabalhador que realiza atividade remunerada formal, regulamentada, e que pode ser assalariado, autônomo ou prestador de serviços. O conjunto de leis que regulamentou a formalização dos direitos do trabalhador no Brasil foi a CLT Consolidação das Leis do Trabalho, instituída durante o Governo do Senhor Getúlio Vargas em 1943 e hoje vigente ainda.
TRABALHO: é qualquer atividade que se transforme a natureza ou produza bens e serviços, mediante o gasto de energia física e mental do trabalhador, independente da existência de contrato formal. O trabalho constituí uma relação social, produtiva, o esforço do trabalhador no processo de trabalho faz com que este também se transforme.
Com essa distinção entre trabalho e emprego, podemos interpretar que o emprego, mais estável e seguro, tende a decrescer em termos relativos (quando comparado ao crescimento do emprego precário e instável), mas o trabalho não corre risco de desaparecer, já que se trata da condição para a reprodução da própria vida humana (individual e social), como argumentava Karl Marx.
DESEMPREGO: é a situação em que não existem vagas remuneradas suficientes para o total de trabalhadores disponíveis e que estão em busca de emprego.
Em períodos de crise econômica, o decréscimo, do emprego pode acontecer de forma rápida e atingir grandes dimensões, mesmo em países desenvolvidos como aconteceu com muitos países europeus a partir de 2003.
As elevadas taxas de desemprego são resultantes das mudanças na estrutura da economia, desempenhando-se, assim, um quadro de desemprego estrutural, o número de pessoas sem emprego,
mantém-se, no longo prazo, muito acima da quantidade de vagas disponíveis.
Esse processo não se limita à esfera industrial e urbana.
No campo, a mecanização agrária e o desenvolvimento de técnicas e insumos, visando aumentar a produtividade na agricultura e na pecuária, fizeram com que se produzisse mais com cada vez menos trabalhadores.
O Brasil foi um dos países afetados por esse processo, por ser tradicional produtor e exportador de produtos agropecuários.
O trabalho é um dos principais fatores estruturantes das relações sociais e compartilha essa condição com outras dimensões da vida, como o consumo e o lazer.
A sociedade moderna ficou conhecida como sociedade do trabalho, ou seja, que se instituí e se organiza pelo e para o trabalho.
No Século XX, ocorreram muitas modificações no mundo do trabalho-designações ampla que engloba a organização do trabalho, as relações laborais, as inovações tecnológicas, o ambiente do trabalho, as organizações dos trabalhadores entre outros.
O significado do trabalho e o processo a ele relacionado alteram-se consideravelmente, embora o trabalho continue sendo um dos pilares sobre o qual sustenta a nossa sociedade, outros fatores têm contribuído para o desenvolvimento das relações sociais e para a manutenção e integração das pessoas, como o conhecimento, o lazer, etc.
Cabe uma indagação: Qual é o sentido do trabalho?
Quais mudanças levaram o trabalho a essa condição?
Para pensar e Refletir:
Atualmente, muitos setores reivindicam a redução da jornada de trabalho, que hoje é de 44 horas semanais, para 30 horas semanais.
A luta, por muitos trabalhadores, e pelo Movimentos Sociais dos Trabalhadores, é que a Jornada seja composta de 30 horas semanais, no Brasil.
30 horas é o Limite.
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Observação: Para você, estudante fazer Tópicos ou Resumos, no seu caderno físico.
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Observação: Para você, estudante fazer Tópicos ou Resumos, no seu caderno físico.
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Tema: O lugar do trabalho na vida em sociedade
Semana de (16 à 20 de março).
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As mudanças no mundo do trabalho e na economia mundial ocorridas nas últimas décadas do século XX levaram, historiadores e cientistas sociais europeus a questionar se o trabalho ainda tinha uma posição central na organização da sociedade contemporânea.
Para alguns Cientistas Sociais, como o Senhor: Jurgen Habermas (1929-) Alemão, conceitos como trabalho e capital perderam espaço para outros como informação e conhecimento. Habermas considera que é o plano simbólico (propiciado pela comunicação) que organiza a vida social na contemporaneidade, enquanto o trabalho garantiria apenas a subsistência.
Essa posição foi rejeitada por autores como o sociólogo brasileiro Senhor: Ricardo Antunes (1953-) Segundo Antunes, o trabalho ainda é essencial, pois continua sendo responsável pela produção tanto de riquezas (apropriadas pelos capitalistas) quanto do sentido simbólico (para os trabalhadores).
As transformações decorrentes das novas tecnologias também provocaram alguns pensadores do conhecimento a questionar o futuro do trabalhador material.
Os autores italianos Antônio Negri (1933-) e Maurízio Lazzarato (1955-)e o norte-americano Michael Hardet (1960-) acreditam que as características dos sistemas flexíveis de produção, permitem a libertação do trabalho material.
Para eles, nas formas flexíveis o trabalhador, sem a incumbência de tarefas mecânicas, poderia intervir diretamente no processo do trabalho e recuperar a sua autonomia.
Vale destacar as duas principais críticas a essa visão.
A primeira, feita por pensadores marxistas , é a de que o trabalhador flexível é mais explorado e gera mais valia maior para o capitalista.
A segunda é a de que nem mesmo nos países do capitalismo central, como os Estados Unidos, o Japão e os da Europa Ocidental (Alemanha, Itália, França, Suíça, Inglaterra, Noruega, Bélgica, Suécia, Portugal, Espanha), o trabalho material está perto de desaparecer , setores como o da construção civil mostram isso.
Autores: Silvia Maria Araújo, Maria Aparecida Bridi, Benilde Lenzi Motim
* Observação:
Tarefa: Para você, estudante fazer tópicos pessoais, e ou resumos no caderno físico.
Semana de (16 à 20 de março).
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As mudanças no mundo do trabalho e na economia mundial ocorridas nas últimas décadas do século XX levaram, historiadores e cientistas sociais europeus a questionar se o trabalho ainda tinha uma posição central na organização da sociedade contemporânea.
Para alguns Cientistas Sociais, como o Senhor: Jurgen Habermas (1929-) Alemão, conceitos como trabalho e capital perderam espaço para outros como informação e conhecimento. Habermas considera que é o plano simbólico (propiciado pela comunicação) que organiza a vida social na contemporaneidade, enquanto o trabalho garantiria apenas a subsistência.
Essa posição foi rejeitada por autores como o sociólogo brasileiro Senhor: Ricardo Antunes (1953-) Segundo Antunes, o trabalho ainda é essencial, pois continua sendo responsável pela produção tanto de riquezas (apropriadas pelos capitalistas) quanto do sentido simbólico (para os trabalhadores).
As transformações decorrentes das novas tecnologias também provocaram alguns pensadores do conhecimento a questionar o futuro do trabalhador material.
Os autores italianos Antônio Negri (1933-) e Maurízio Lazzarato (1955-)e o norte-americano Michael Hardet (1960-) acreditam que as características dos sistemas flexíveis de produção, permitem a libertação do trabalho material.
Para eles, nas formas flexíveis o trabalhador, sem a incumbência de tarefas mecânicas, poderia intervir diretamente no processo do trabalho e recuperar a sua autonomia.
Vale destacar as duas principais críticas a essa visão.
A primeira, feita por pensadores marxistas , é a de que o trabalhador flexível é mais explorado e gera mais valia maior para o capitalista.
A segunda é a de que nem mesmo nos países do capitalismo central, como os Estados Unidos, o Japão e os da Europa Ocidental (Alemanha, Itália, França, Suíça, Inglaterra, Noruega, Bélgica, Suécia, Portugal, Espanha), o trabalho material está perto de desaparecer , setores como o da construção civil mostram isso.
Autores: Silvia Maria Araújo, Maria Aparecida Bridi, Benilde Lenzi Motim
* Observação:
Tarefa: Para você, estudante fazer tópicos pessoais, e ou resumos no caderno físico.
sábado, 7 de março de 2020
Aula- Parte II Semana de 9 à 13 de março de 2020
O CRESCIMENTO DAS CIDADES
Viver na cidade ainda costuma ser o desejo de muitas pessoas, que estão no interior, que estão no campo.
Empregos variados, atendimento médico, opções de estudo e lazer sempre atraíram inúmeras pessoas.
Será que a cidade pode mesmo oferecer todas as oportunidades?
Nem sempre. Diversos problemas afetam as pessoas, como a falta de trabalho formal, de residências adequadas, de segurança e até mesmo de qualidade de vida, comprometida por causa da poluição do ar, da água, de esgotos a céu aberto e da poluição visual e sonora, e podemos acrescentar a violência urbana, outro aspecto, que vem se agravando, com o passar dos anos.
Problemas sociais são muitos na Cidade de Médio a Grande Porte, e ainda as Metrópoles Nacionais.
O motivo disso é a necessidade de pensar, no planejamento da cidade.
A chegada de número cada vez maior de pessoas, este movimento é conhecido como fluxo migratório, e êxodo rural, que escolhem a cidade para viver, exige do Governo Local melhorias de infraestrutura (mais transportes, escolas, hospitais) para que todos os novos e antigos moradores, convivam em boas condições.
Essa situação compromete a vida dos habitantes do local, do município da zona urbana (cidade).
As moradias ficam cada vez mais caras e mais difíceis de serem encontradas, por seus habitantes.
Viver em alguns bairros-lugares tornou-se difícil ou quase impossível devido ao alto preço dos terrenos e das construções tanto das moradas-casas, como dos prédios-torres.
As pessoas que não tem condições de pagar esses preços tanto de locação, como para comprar, os imóveis, são cada vez, mais forçadas a procurar residências-moradas, mais baratas, quase sempre localizadas em áreas distantes do centro da cidade, e dos melhores bairros da mesma cidade, estes bairros distantes do centro tem problemas com meios de transporte, ônibus precários e normalmente superlotados, falta de iluminação, nas ruas e avenidas, destes locais, e normalmente são locais, inseguros. Na periferia urbana, cada vez mais distante, do centro urbano e dos melhores bairros, fica evidente a série de falta de planejamento urbano, dos governos locais, ainda podemos acrescentar a falta de escolas, a falta de hospitais, e até mesmo a falta da presença, da polícia ou do exército nesses locais, tornando a vida ainda, mais difícil desses brasileiros.
Os terrenos mais afastados vão sendo loteados, isto é, divididos em parte para serem vendidos.
Por serem mais fáceis de comprar, muitas pessoas conseguem construir, as suas moradias-casas, nesses locais, e os bairros populares espalham-se e a periferia urbana, aumenta e os problemas sociais também.
Isto esta acontecendo nas grandes e médias cidades, e ainda podemos acrescentar as cidades metrópoles, as megalópoles nacionais.
Essa solução não resolve a vida de todas as pessoas.
Muitas delas conseguem sequer comprar um terreno, mesmo nos locais mais populares.
As dificuldades são tantas que inúmeras pessoas passaram a viver em barracos construídos em terrenos invadidos, terrenos desocupados e terrenos públicos.
Muitas destas pessoas, fazem parte de Organizações, por exemplo o Movimento dos Sem Tetos. MST, que orienta as pessoas a ocuparem terrenos, abandonados.
Normalmente, são construções sem nenhum serviço básico: água encanada, luz elétrica, esgoto. Desta forma, a qualidade de vida, nestes locais, é bem precária.
Para atender às suas necessidades, vivem de esmolas, ou da venda de produtos nos cruzamentos da cidade.
Nesse trabalho, infelizmente, encontramos crianças e adolescentes. Pois o poder público, não consegue construir novas escolas, as Prefeituras e o Estado, não consegue acompanhar o crescimento urbano. E com isto, é muito comum inúmeras crianças ficarem, sem ter o acesso e à permanência, dos estudos,e até à conclusão da escola básica.
Desta forma gera-se um grave problema social-econômico e político brasileiro, o Estado não consegue Garantir a Vaga para todas as Crianças. Mas também é Dever das famílias, procurarem estabelecimento de Ensino em Locais mais próximos de sua residência.
Crianças vão para as ruas para ajudar a conseguir sustento, dinheiro para a sua família.
Muitas delas são afastadas da escola e do convívio com outras crianças de sua idade.
Usar crianças menores de 14 anos em qualquer tipo de trabalho é proibido por lei, esta na Constituição e no Eca.
Há cidades mais conservadas do que outras. E em uma mesma cidade podem ser encontradas diferenças de conservação em cada bairro, em cada local.
Podemos encontrar lugares nas cidades onde se observam para públicas bem cuidadas, ruas bem calçadas, pontos de ônibus com abrigos, sinalização e orientação no trânsito e guias rebaixadas para acesso de pessoas em cadeira de rodas.
Porém, há lugares malconservados, com lixos nas ruas e nos terrenos abandonados, esgotos correndo em valas e passando junto às moradias, ruas sem iluminação e sem calçamento telefones quebrados, escolas abandonadas ou quase abandonadas, hospitais precários, e ainda ocorre nas cidades deslizamentos de encostas de morros e inundações provocadas no período de chuvas fortes por causa do lixo acumulado nos rios e nos bueiros.
Áreas de lazer também são poucas.
Parques, jardins e praças estão abandonados e sem receber nenhum cuidado.
Fonte: Mirna Lima. Porta Aberta. Nova Edição
Texto adaptado por João Carlos Dias de Souza. Professor de História e Geografia
Fim. Parte II
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Estudo de Caso. Março de 2020.
Reflexão: Em Sorocaba na Semana Passada, tivemos a Criação da Lei do terreno Limpo.
Onde o proprietário do terreno, devera ser multado, caso o seu terreno, não esteja limpo, dos entulhos, e do mato alto.
Este é um caso para ser estudado, mas com a aprovação da lei o Sorocabano, deverá pagar cerca de 10 reais, por metro quadrado, do seu terreno. Conforme o tamanho do Terreno, a multa pode chegar a 3.000,00 Reais. Agora a reflexão é a seguinte.
E quando o terreno for da Prefeitura de Sorocaba, e esta abandonado, quem será o responsável pela sua limpeza, será que existirá a mesma multa? Quem vai fiscalizar a Prefeitura, os Vereadores?
Vamos Pensar, apenas.
Acho importante a Multa, para os Sorocabanos, mas a Prefeitura também deve, fazer a sua parte.
O Mosquito da DENGUE, não faz diferença para procriar, seja terreno público ou privado.
Vamos fiscalizar, também.
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O CRESCIMENTO DAS CIDADES
Viver na cidade ainda costuma ser o desejo de muitas pessoas, que estão no interior, que estão no campo.
Empregos variados, atendimento médico, opções de estudo e lazer sempre atraíram inúmeras pessoas.
Será que a cidade pode mesmo oferecer todas as oportunidades?
Nem sempre. Diversos problemas afetam as pessoas, como a falta de trabalho formal, de residências adequadas, de segurança e até mesmo de qualidade de vida, comprometida por causa da poluição do ar, da água, de esgotos a céu aberto e da poluição visual e sonora, e podemos acrescentar a violência urbana, outro aspecto, que vem se agravando, com o passar dos anos.
Problemas sociais são muitos na Cidade de Médio a Grande Porte, e ainda as Metrópoles Nacionais.
O motivo disso é a necessidade de pensar, no planejamento da cidade.
A chegada de número cada vez maior de pessoas, este movimento é conhecido como fluxo migratório, e êxodo rural, que escolhem a cidade para viver, exige do Governo Local melhorias de infraestrutura (mais transportes, escolas, hospitais) para que todos os novos e antigos moradores, convivam em boas condições.
Essa situação compromete a vida dos habitantes do local, do município da zona urbana (cidade).
As moradias ficam cada vez mais caras e mais difíceis de serem encontradas, por seus habitantes.
Viver em alguns bairros-lugares tornou-se difícil ou quase impossível devido ao alto preço dos terrenos e das construções tanto das moradas-casas, como dos prédios-torres.
As pessoas que não tem condições de pagar esses preços tanto de locação, como para comprar, os imóveis, são cada vez, mais forçadas a procurar residências-moradas, mais baratas, quase sempre localizadas em áreas distantes do centro da cidade, e dos melhores bairros da mesma cidade, estes bairros distantes do centro tem problemas com meios de transporte, ônibus precários e normalmente superlotados, falta de iluminação, nas ruas e avenidas, destes locais, e normalmente são locais, inseguros. Na periferia urbana, cada vez mais distante, do centro urbano e dos melhores bairros, fica evidente a série de falta de planejamento urbano, dos governos locais, ainda podemos acrescentar a falta de escolas, a falta de hospitais, e até mesmo a falta da presença, da polícia ou do exército nesses locais, tornando a vida ainda, mais difícil desses brasileiros.
Os terrenos mais afastados vão sendo loteados, isto é, divididos em parte para serem vendidos.
Por serem mais fáceis de comprar, muitas pessoas conseguem construir, as suas moradias-casas, nesses locais, e os bairros populares espalham-se e a periferia urbana, aumenta e os problemas sociais também.
Isto esta acontecendo nas grandes e médias cidades, e ainda podemos acrescentar as cidades metrópoles, as megalópoles nacionais.
Essa solução não resolve a vida de todas as pessoas.
Muitas delas conseguem sequer comprar um terreno, mesmo nos locais mais populares.
As dificuldades são tantas que inúmeras pessoas passaram a viver em barracos construídos em terrenos invadidos, terrenos desocupados e terrenos públicos.
Muitas destas pessoas, fazem parte de Organizações, por exemplo o Movimento dos Sem Tetos. MST, que orienta as pessoas a ocuparem terrenos, abandonados.
Normalmente, são construções sem nenhum serviço básico: água encanada, luz elétrica, esgoto. Desta forma, a qualidade de vida, nestes locais, é bem precária.
Para atender às suas necessidades, vivem de esmolas, ou da venda de produtos nos cruzamentos da cidade.
Nesse trabalho, infelizmente, encontramos crianças e adolescentes. Pois o poder público, não consegue construir novas escolas, as Prefeituras e o Estado, não consegue acompanhar o crescimento urbano. E com isto, é muito comum inúmeras crianças ficarem, sem ter o acesso e à permanência, dos estudos,e até à conclusão da escola básica.
Desta forma gera-se um grave problema social-econômico e político brasileiro, o Estado não consegue Garantir a Vaga para todas as Crianças. Mas também é Dever das famílias, procurarem estabelecimento de Ensino em Locais mais próximos de sua residência.
Crianças vão para as ruas para ajudar a conseguir sustento, dinheiro para a sua família.
Muitas delas são afastadas da escola e do convívio com outras crianças de sua idade.
Usar crianças menores de 14 anos em qualquer tipo de trabalho é proibido por lei, esta na Constituição e no Eca.
Há cidades mais conservadas do que outras. E em uma mesma cidade podem ser encontradas diferenças de conservação em cada bairro, em cada local.
Podemos encontrar lugares nas cidades onde se observam para públicas bem cuidadas, ruas bem calçadas, pontos de ônibus com abrigos, sinalização e orientação no trânsito e guias rebaixadas para acesso de pessoas em cadeira de rodas.
Porém, há lugares malconservados, com lixos nas ruas e nos terrenos abandonados, esgotos correndo em valas e passando junto às moradias, ruas sem iluminação e sem calçamento telefones quebrados, escolas abandonadas ou quase abandonadas, hospitais precários, e ainda ocorre nas cidades deslizamentos de encostas de morros e inundações provocadas no período de chuvas fortes por causa do lixo acumulado nos rios e nos bueiros.
Áreas de lazer também são poucas.
Parques, jardins e praças estão abandonados e sem receber nenhum cuidado.
Fonte: Mirna Lima. Porta Aberta. Nova Edição
Texto adaptado por João Carlos Dias de Souza. Professor de História e Geografia
Fim. Parte II
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Estudo de Caso. Março de 2020.
Reflexão: Em Sorocaba na Semana Passada, tivemos a Criação da Lei do terreno Limpo.
Onde o proprietário do terreno, devera ser multado, caso o seu terreno, não esteja limpo, dos entulhos, e do mato alto.
Este é um caso para ser estudado, mas com a aprovação da lei o Sorocabano, deverá pagar cerca de 10 reais, por metro quadrado, do seu terreno. Conforme o tamanho do Terreno, a multa pode chegar a 3.000,00 Reais. Agora a reflexão é a seguinte.
E quando o terreno for da Prefeitura de Sorocaba, e esta abandonado, quem será o responsável pela sua limpeza, será que existirá a mesma multa? Quem vai fiscalizar a Prefeitura, os Vereadores?
Vamos Pensar, apenas.
Acho importante a Multa, para os Sorocabanos, mas a Prefeitura também deve, fazer a sua parte.
O Mosquito da DENGUE, não faz diferença para procriar, seja terreno público ou privado.
Vamos fiscalizar, também.
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Atividade da Semana: De 09/03 à 13/03
Tema: Sociedade, Trabalho e Cultura
Título: Como as Cidades Estão Organizadas.
As cidades grandes e as cidades pequenas são diferentes umas das outras, mas em todas elas é possível encontrar uma forma de organização.
A organização de uma cidade está sempre relacionada à forma de ocupação do seu espaço, quando foi criada.
Nas cidades costuma-se encontrar uma área central com grande movimento de pessoas e veículos, principalmente durante o dia.
No centro também estão locais de comércio, bancos, escritórios e edifícios administrativos, onde trabalham os funcionários do governo. Esses lugares estão instalados em ruas e avenidas, geralmente cercados de jardins e praças.
Ao redor do centro espalham-se os bairros formados pelos diferentes tipos de quarteirão.
As características das cidades mudam com o passar do tempo.
Um bairro residencial construído há 50 anos é bem diferente de um construído recentemente, há 10 anos, por exemplo.
Essas diferenças podem ser notadas pelo tipo de construção.
O crescimento das cidades também causa modificações nos bairros.
O preço dos terrenos aumenta e provoca aumento no valor dos aluguéis. e das casas e dos apartamentos que estão sendo vendidos.
Muitos moradores são obrigados a se mudar para os bairros mais afastados do centro, onde geralmente as moradias são mais baratas.
Além das Indústrias, que se transferem para os lugares mais afastados do centro, onde existem áreas maiores por menores preços, muitas pessoas também procuram viver afastadas do centro das cidades para evitar os problemas como poluição, barulho, trânsito, insegurança.
Elas vão viver em condomínios, onde existem residências, cercados e protegidos por serviços de segurança.
Para Responder e Pensar:
1- Qual é a diferença entre o centro antigo e o centro renovado de uma cidade?
2- Com as mudanças ocorridas na área urbana, os bairros também sofrem transformações. O que acontece com os bairros centrais?
3- Por que surge a periferia?
Fonte: Nova Edição- Porta Aberta
Autora: Mirna Lima -
Tema: Sociedade, Trabalho e Cultura
Título: Como as Cidades Estão Organizadas.
As cidades grandes e as cidades pequenas são diferentes umas das outras, mas em todas elas é possível encontrar uma forma de organização.
A organização de uma cidade está sempre relacionada à forma de ocupação do seu espaço, quando foi criada.
Nas cidades costuma-se encontrar uma área central com grande movimento de pessoas e veículos, principalmente durante o dia.
No centro também estão locais de comércio, bancos, escritórios e edifícios administrativos, onde trabalham os funcionários do governo. Esses lugares estão instalados em ruas e avenidas, geralmente cercados de jardins e praças.
Ao redor do centro espalham-se os bairros formados pelos diferentes tipos de quarteirão.
As características das cidades mudam com o passar do tempo.
Um bairro residencial construído há 50 anos é bem diferente de um construído recentemente, há 10 anos, por exemplo.
Essas diferenças podem ser notadas pelo tipo de construção.
O crescimento das cidades também causa modificações nos bairros.
O preço dos terrenos aumenta e provoca aumento no valor dos aluguéis. e das casas e dos apartamentos que estão sendo vendidos.
Muitos moradores são obrigados a se mudar para os bairros mais afastados do centro, onde geralmente as moradias são mais baratas.
Além das Indústrias, que se transferem para os lugares mais afastados do centro, onde existem áreas maiores por menores preços, muitas pessoas também procuram viver afastadas do centro das cidades para evitar os problemas como poluição, barulho, trânsito, insegurança.
Elas vão viver em condomínios, onde existem residências, cercados e protegidos por serviços de segurança.
Para Responder e Pensar:
1- Qual é a diferença entre o centro antigo e o centro renovado de uma cidade?
2- Com as mudanças ocorridas na área urbana, os bairros também sofrem transformações. O que acontece com os bairros centrais?
3- Por que surge a periferia?
Fonte: Nova Edição- Porta Aberta
Autora: Mirna Lima -
sexta-feira, 6 de março de 2020
Dia: Sexta feira - 06/03/2020
Questões de Conhecimentos Gerais
1.O conceito de êxodo rural pode ser definido como:
a) conjunto de investimentos realizados pelo governo federal na zona rural do Brasil no século XX.
b) conjunto de técnicas e insumos usados no espaço agrário para promover a revolução verde no Brasil.
c) deslocamento em massa da população do campo para as cidades, que ocorreu no Brasil a partir da década de 1960.
d) política de governo oficial que incentivava a migração do campo para a cidade em busca de promover a urbanização e a industrialização do país.
e) política de governo que incentivava a diminuição da taxa de natalidade no campo visando diminuir a quantidade de pessoas residentes no campo e aumentar a população urbana.
2-O êxodo rural no Brasil foi mais intenso entre as décadas de 1960 e 1980, período em que também se acentuou o processo de urbanização no país. Dentre as principais causas do êxodo rural no Brasil, podemos destacar:
a) a mecanização do campo, que substituiu a mão de obra humana por máquinas, forçando a migração do trabalhador do campo para as cidades.
b) a política de governo implantada na ditadura militar, que incentivava a ida das pessoas para as cidades a fim de facilitar o controle social pelo Estado.
c) a grande quantidade de pragas na lavoura, que impossibilitava o cultivo de praticamente todos os tipos de gêneros agrícolas.
d) a grande quantidade de eventos sociais nas cidades, que atraia os jovens para as grandes cidades e que acabavam preferindo morar nelas.
e) a grande quantidade de pessoas vivendo no campo, que diminuía a oferta de trabalhos disponíveis e incentivava a migração dos trabalhadores para as cidades em busca de trabalho.
3-(Uel-) "... A penetração do capitalismo na agropecuária liberou grandes contingentes de mão de obra, seja pela mecanização das atividades, seja pela concentração da propriedade da terra. Esse pessoal migrou para as cidades (êxodo rural), que não se aparelharam o suficiente em termos de infraestrutura urbana... Multiplicam-se as favelas e cortiços, o transporte é insuficiente e a indústria não acompanha o ritmo de crescimento urbano. Mesmo assim, a agropecuária é de grande peso na economia que está articulada a um setor terciário bastante diversificado." Os principais destinos dos migrantes que saiam do campo foram as cidades das regiões:
a) Norte e Sudeste.
b) Sudeste e Sul.
c) Norte e Centro-Oeste.
d) Sul e Norte.
e) Nordeste e Centro-Oeste.
4- Dentre as diversas consequências do Êxodo rural para o Brasil, podemos citar:
a) a desaceleração do processo de urbanização.
b) a aumento dos índices de desemprego no Brasil.
c) o aumento da quantidade de trabalhadores rurais.
d) a diminuição dos problemas agrários no campo.
e) o aumento de propriedades rurais disponíveis para a venda.
5- (FGV) Em 21 de dezembro de 1941, Getúlio Vargas recebeu Osvaldo Aranha, seu ministro das Relações Exteriores, para uma reunião. Leia alguns trechos do diário do presidente: “À noite, recebi o Osvaldo. Disse-me que o governo americano não nos daria auxílio, porque não confiava em elementos do meu governo, que eu deveria substituir. Respondi que não tinha motivos para desconfiar dos meus auxiliares, que as facilidades que estávamos dando aos americanos não autorizavam essas desconfianças, e que eu não substituiria esses auxiliares por imposições estranhas.” (VARGAS, Getúlio, Diário. São Paulo/Rio de Janeiro, Siciliano/ Fundação Getúlio Vargas, 1995, vol. II, p. 443.)
A respeito desse período, podemos afirmar:
a) As desconfianças norte-americanas eram completamente infundadas porque não havia nenhum simpatizante do nazifascismo entre os integrantes do governo brasileiro.
b) Com sua política pragmática, Vargas negociou vantagens econômicas com o governo americano e manteve em seu governo simpatizantes dos regimes nazifascistas.
c) Apesar das semelhanças entre o Estado Novo e os regimes fascistas, Vargas não permitiu nenhum tipo de relacionamento diplomático entre o Brasil e os países do Eixo.
d) No alto escalão do governo Vargas havia uma série de simpatizantes do regime comunista da União Soviética e de seu líder Joseph Stalin.
e) As pressões do governo norte-americano levaram Vargas a demitir seu ministro da Guerra, o general Eurico Gaspar Dutra, admirador dos regimes nazifascistas.
6- No período do Estado Novo, Vargas impulsionou o desenvolvimento da indústria de base no Brasil. Para tanto, foi necessário:
a) o desmantelamento do setor agroindustrial e a desapropriação dos grandes latifúndios.
b) o enfraquecimento do controle estatal e o direcionamento da atividade industrial para o setor privado.
c) a criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) e a Companhia Hidrelétrica de São Francisco.
d) a criação de comunas rurais ao longo do sertão brasileiro.
e) a criação de laços econômicos com companhias latino-americanas, visando assim a uma associação pan-americanista industrial.
7- (FUVEST) Na história da República brasileira, a expressão "Estado Novo" identifica:
7- (FUVEST) Na história da República brasileira, a expressão "Estado Novo" identifica:
a) o período de 1930 a 1945, em que Getúlio Vargas governou o país de forma ditatorial, só com o apoio dos militares, sem a interferência de outros poderes.
b) O período de 1950 a 1954, em que Getúlio Vargas governou com poderes ditatoriais, sem garantia dos direitos constitucionais.
c) o período de 1937 a 1945, em que Getúlio Vargas fechou o Poder Legislativo, suspendeu as liberdades civis e governou por meio de decretos-leis.
d) o período de 1945 a 1964, conhecido como o da redemocratização, quando foi restabelecida a plenitude dos poderes da República e das liberdades civis.
e) o período de 1930 a 1934, quando se afirmou o respeito aos princípios democráticos, graças à Revolução Constitucionalista de São Paulo.
8-(VUNESP) Na Primeira República (1889-1930) houve a reprodução de muitos aspectos da estrutura econômica e social constituída nos séculos anteriores. Noutros termos, no final do século XIX e início do XX conviveram, simultaneamente, transformações e permanências históricas. (Francisco de Oliveira. Herança econômica do Segundo Império, 1985.)
O texto sustenta que a Primeira República brasileira foi caracterizada por permanências e mudanças históricas. De maneira geral, o período republicano, iniciado em 1889 e que se estendeu até 1930, foi caracterizado:
a) pela predominância dos interesses dos industriais, com a exportação de bens duráveis e de capital.
b) por conflitos no campo, com o avanço do movimento de reforma agrária liderado pelos antigos monarquistas.
c) pelo poder político da oligarquia rural e pela economia de exportação de produtos primários.
d) pela instituição de uma democracia socialista graças à pressão exercida pelos operários anarquistas.
9- CANCELADA
10- (ENEM) O regime político conhecido como Estado Novo implantado por golpe do próprio Presidente Getúlio Vargas, em 1937, pode ser associado à(ao):
a) radicalização política do período representada pela Aliança Nacional Libertadora, de orientação comunista, e pela Ação Integralista Brasileira, de orientação fascista.
b) modernização econômica do país e seu conflito com as principais potências capitalistas do mundo, que tentavam lhe barrar o desenvolvimento.
c) ascensão dos militares à direção dos principais órgãos públicos, porque já se delineava o quadro da Segunda Guerra Mundial.
d) democratização da sociedade brasileira em decorrência da ascensão de novos grupos sociais como os operários.
e) retorno das oligarquias agrárias ao poder, restaurando-se a Federação nos mesmos moldes da República Velha.
quinta-feira, 5 de março de 2020
Aula: Quinta Feira - Dia 05/03/2020 ETEC Fernando Prestes
Título: Industrialização e mudanças sociais. Números de Crescimento.
Em 1889, havia no Brasil pouco mais de 600 fábricas, nas quais trabalhavam 54 mil trabalhadores.
Em 1930, já existiam cerca de 13 mil indústrias, que empregavam na época, 275 mil trabalhadores.
Concentrando 31% das indústrias brasileiras, no Estado de São Paulo, onde viviam os mais importantes produtores do café do Brasil.
O Estado de São Paulo, foi o berço da industrialização brasileira. O campo empregava, boa parte da população formada, por ex-escravo e descendentes e o fluxo imigratório boa parte dos europeus, vindos da Itália.
Muitos destes trabalhadores, deixavam o campo, para morar nas cidades e, em busca de novas oportunidades acabaram formando a mão de obra para o setor industrial: A industrialização em outros Estados Brasileiros, no Rio Grande do Sul (13,3%), Rio de Janeiro (11,5%) e Minas Gerais (9,3%).
A industria nacional desenvolveu-se procurando substituir os produtores importados até então, especialmente durante à Primeira Guerra Mundial, quando caíram as exportações européias.
No Brasil, a Industrialização Tardia, dedicou-se, principalmente à fabricação de tecidos de algodão, calçados, materiais de construção e móveis e ainda a produção de alimentos.
Em 1928 a renda do setor industrial superou, pela primeira vez, a da agricultura.
Movimento Operário
Com a Industrialização progressiva da economia e a oferta de emprego a um número crescente de operários, produziu-se uma mudança importante na organização-política e econômica da sociedade brasileira.
Antes desse período, grande parte da força político econômica situava-se ao setor urbano maior importância e visibilidade.
Iniciou-se então o êxodo rural brasileiro, no início da década de 30. A urbanização brasileira, ganha força com a chegada das Indústrias no Estado de São Paulo.
Em consequência, operários e grupos médios urbanos passaram a exigir cada vez mais o direito de participar das decisões políticas e econômicas do Brasil, como foi o caso do movimento operário brasileiro.
Atividade:
1- Identifique o estado brasileiro que recebeu o maior número de imigrantes entre 1890 e 1930, explicando as razões desse fato.
Fonte: Livro História Global
Brasil e Geral. Autor Gilberto COTRIM
Título: Industrialização e mudanças sociais. Números de Crescimento.
Em 1889, havia no Brasil pouco mais de 600 fábricas, nas quais trabalhavam 54 mil trabalhadores.
Em 1930, já existiam cerca de 13 mil indústrias, que empregavam na época, 275 mil trabalhadores.
Concentrando 31% das indústrias brasileiras, no Estado de São Paulo, onde viviam os mais importantes produtores do café do Brasil.
O Estado de São Paulo, foi o berço da industrialização brasileira. O campo empregava, boa parte da população formada, por ex-escravo e descendentes e o fluxo imigratório boa parte dos europeus, vindos da Itália.
Muitos destes trabalhadores, deixavam o campo, para morar nas cidades e, em busca de novas oportunidades acabaram formando a mão de obra para o setor industrial: A industrialização em outros Estados Brasileiros, no Rio Grande do Sul (13,3%), Rio de Janeiro (11,5%) e Minas Gerais (9,3%).
A industria nacional desenvolveu-se procurando substituir os produtores importados até então, especialmente durante à Primeira Guerra Mundial, quando caíram as exportações européias.
No Brasil, a Industrialização Tardia, dedicou-se, principalmente à fabricação de tecidos de algodão, calçados, materiais de construção e móveis e ainda a produção de alimentos.
Em 1928 a renda do setor industrial superou, pela primeira vez, a da agricultura.
Movimento Operário
Com a Industrialização progressiva da economia e a oferta de emprego a um número crescente de operários, produziu-se uma mudança importante na organização-política e econômica da sociedade brasileira.
Antes desse período, grande parte da força político econômica situava-se ao setor urbano maior importância e visibilidade.
Iniciou-se então o êxodo rural brasileiro, no início da década de 30. A urbanização brasileira, ganha força com a chegada das Indústrias no Estado de São Paulo.
Em consequência, operários e grupos médios urbanos passaram a exigir cada vez mais o direito de participar das decisões políticas e econômicas do Brasil, como foi o caso do movimento operário brasileiro.
Atividade:
1- Identifique o estado brasileiro que recebeu o maior número de imigrantes entre 1890 e 1930, explicando as razões desse fato.
Fonte: Livro História Global
Brasil e Geral. Autor Gilberto COTRIM
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