sábado, 7 de março de 2020

 Aula- Parte II Semana de 9 à 13 de março de 2020

                                              O CRESCIMENTO DAS CIDADES

Viver na cidade ainda costuma ser o desejo de muitas pessoas, que estão no interior, que estão no campo.
Empregos variados, atendimento médico, opções de estudo e lazer sempre atraíram inúmeras pessoas.
 Será que a cidade pode mesmo oferecer todas as oportunidades?
 Nem sempre. Diversos problemas afetam as pessoas, como a falta de trabalho formal, de residências adequadas, de segurança e até mesmo de qualidade de vida, comprometida por causa da poluição do ar, da água, de esgotos a céu aberto e da poluição visual e sonora, e podemos acrescentar a violência urbana, outro aspecto, que vem se agravando, com o passar dos anos.
Problemas sociais são muitos na Cidade de Médio a Grande Porte, e ainda as Metrópoles Nacionais.
O motivo disso é a necessidade de pensar, no planejamento da cidade.
 A chegada de número cada vez maior de pessoas, este movimento é conhecido como fluxo migratório, e êxodo rural, que escolhem a cidade para viver, exige do Governo Local melhorias de infraestrutura (mais transportes, escolas, hospitais) para que todos os novos e antigos moradores, convivam em boas condições.
 Essa situação compromete a vida dos habitantes do local, do município da zona urbana (cidade).
 As moradias ficam cada vez mais caras e mais difíceis de serem encontradas, por seus habitantes.
 Viver em alguns bairros-lugares tornou-se difícil ou quase impossível devido ao alto preço dos terrenos e das construções tanto das moradas-casas, como dos prédios-torres.
 As pessoas que não tem condições de pagar esses preços tanto de locação, como para comprar, os imóveis, são cada vez, mais forçadas  a procurar residências-moradas, mais baratas, quase sempre localizadas em áreas distantes do centro da cidade, e dos melhores bairros da mesma cidade, estes bairros distantes do centro tem problemas com meios de transporte, ônibus precários e normalmente superlotados, falta de iluminação, nas ruas e avenidas, destes locais, e normalmente são locais, inseguros. Na periferia urbana, cada vez mais distante, do centro urbano e dos melhores bairros, fica evidente a série de falta de planejamento urbano, dos governos locais, ainda podemos acrescentar a falta de escolas, a falta de hospitais, e até mesmo a falta da presença, da polícia ou do exército nesses locais, tornando a vida ainda, mais difícil desses brasileiros.
 Os terrenos mais afastados vão sendo loteados, isto é, divididos em parte para serem vendidos.
 Por serem mais fáceis  de comprar, muitas pessoas conseguem construir, as suas moradias-casas, nesses locais, e os bairros populares espalham-se e a periferia urbana, aumenta e os problemas sociais também.
Isto esta acontecendo nas grandes e médias cidades, e ainda podemos acrescentar as cidades metrópoles, as megalópoles nacionais.
Essa solução não resolve a vida de todas as pessoas.
Muitas delas conseguem sequer comprar um terreno, mesmo nos locais mais populares.
As dificuldades são tantas que inúmeras pessoas passaram a viver em barracos construídos em terrenos invadidos, terrenos desocupados e terrenos públicos.
Muitas destas pessoas, fazem parte de Organizações, por exemplo o Movimento dos Sem Tetos. MST, que orienta as pessoas a ocuparem terrenos, abandonados.
Normalmente, são construções sem nenhum serviço básico: água encanada, luz elétrica, esgoto. Desta forma, a qualidade de vida, nestes locais, é bem precária.
Para atender às suas necessidades, vivem de esmolas, ou da venda de produtos nos cruzamentos da cidade.
 Nesse trabalho, infelizmente, encontramos crianças e adolescentes. Pois o poder público, não consegue construir novas escolas, as Prefeituras e o Estado, não consegue acompanhar o crescimento urbano. E com isto, é muito comum inúmeras crianças ficarem, sem ter o acesso e à permanência, dos estudos,e  até à conclusão da escola básica.
 Desta forma gera-se um grave problema social-econômico e político brasileiro, o Estado não consegue Garantir a Vaga para todas as Crianças. Mas também é Dever das famílias, procurarem estabelecimento de Ensino em Locais mais próximos de sua residência.
 Crianças vão para as ruas para ajudar a conseguir sustento, dinheiro para a sua família.
 Muitas delas são afastadas da escola e do convívio com outras crianças de sua idade.
 Usar crianças menores de 14 anos em qualquer tipo de trabalho é proibido por lei, esta na Constituição e no Eca.
 Há cidades mais conservadas do que outras. E em uma mesma cidade podem ser encontradas diferenças  de conservação em cada bairro, em cada local.
Podemos encontrar lugares  nas cidades onde se observam para públicas bem cuidadas, ruas bem calçadas, pontos de ônibus com abrigos, sinalização e orientação no trânsito e guias rebaixadas para acesso de pessoas em cadeira de rodas.
 Porém, há lugares malconservados, com lixos nas ruas e nos terrenos abandonados, esgotos correndo em valas e passando junto às moradias, ruas sem iluminação e sem calçamento telefones quebrados, escolas abandonadas ou quase abandonadas, hospitais precários, e ainda ocorre nas cidades deslizamentos de encostas de morros e inundações provocadas no período de chuvas fortes por causa do lixo acumulado nos rios e nos bueiros.
 Áreas de lazer também são poucas.
 Parques, jardins e praças estão abandonados e sem receber nenhum cuidado.

Fonte: Mirna Lima. Porta Aberta. Nova Edição
Texto adaptado por João Carlos Dias de Souza. Professor de História e Geografia
Fim. Parte II

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Estudo de Caso. Março de 2020.

Reflexão: Em Sorocaba na Semana Passada, tivemos a Criação da Lei do terreno Limpo.
Onde o proprietário do terreno, devera ser multado, caso o seu terreno, não esteja limpo, dos entulhos, e do mato alto.
Este é um caso para ser estudado, mas com a aprovação da lei o Sorocabano, deverá pagar cerca de 10 reais, por metro quadrado, do seu terreno. Conforme o tamanho do Terreno, a multa pode chegar a 3.000,00 Reais. Agora a reflexão é a seguinte.
E quando o terreno for da Prefeitura de Sorocaba, e esta abandonado, quem será o responsável pela sua limpeza, será que existirá a mesma multa? Quem vai fiscalizar a Prefeitura, os Vereadores?
Vamos Pensar, apenas.

Acho importante a Multa, para os Sorocabanos, mas a Prefeitura também deve, fazer a sua parte.

O Mosquito da DENGUE, não faz diferença para procriar, seja terreno público ou privado.
Vamos fiscalizar, também.

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